domingo, 25 de outubro de 2009

Estratégia é tudo!!!

Um senhor vivia sozinho em Minnessota.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.

Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:

"Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio.
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu Pai."

Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:

"PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!"

Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:

"Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento..."

Estratégia é tudo!!!
Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.

domingo, 18 de outubro de 2009

Parabéns

Por Saul Brandalise Jr.

Provavelmente, você faz e age como eu sempre agia... Quando cumprimentávamos uma pessoa que estava fazendo aniversário simplesmente dizíamos:
PARABÉNS!

Mecânico, automático e sem o mínimo conhecimento do sentido real da expressão. Muitos anos de vida é o sobrenome de parabéns. Não é verdade?
Pois bem. Quando completei 60 anos pude perceber que na realidade a palavra é simplesmente mágica. E foi sem querer, mas sentindo profundamente a energia, que dei a seguinte interpretação para ela, num discurso, depois que fui surpreendido em uma festa na empresa que dirijo:

Para, no sentido de enviar e não de interromper alguma coisa. Uma caminhada, por exemplo. Se fosse para interromper teria o "R" - parar.
Bens, no sentido de valores de essência, aqueles que não são mensuráveis em "espaço" pecuniário. Neste caso, jamais um carro, uma jóia e, sim, um abraço.
Portanto, quando manifesto os meus parabéns, estou oferecendo a minha profunda energia para os valores de alguém. Estes serão alimentados pela fonte energética que a própria pessoa possui.

Quando aplico esta palavra, entrego a você o que tenho de melhor da minha essência, neste momento em que a sua cumpre mais uma etapa de aprendizado. Aniversário é marco. Não faça uma festa simplesmente por fazer.
Analise bem quem for convidar e por que esta pessoa deve dividir com você este momento mágico de sua vida. Muitas pessoas celebram festas sem sentirem em essência a real importância da mudança de ciclo evolutivo. Sua festa não pode ser um acontecimento social. É a sua festa, o seu marco.

No meu dia, deixei tudo de lado e fui até minha mãe que tem 89 anos. Quis dividir com ela os meus 60. Nasci às 13:30 horas e foi neste exato momento que cheguei até ela de surpresa. Quis lhe agradecer por ter me dado vida e permitido assim que eu pudesse aprender mais um pouco. Conhecer mais de meu interior e, assim, poder efetivamente saber que não é o que toco, mas o que sinto, que faz a diferença em minha vida.

Sei que quebrei paradigmas, valores e padrões... Não importa. Afinal, neste dia é tudo para os meus bens. O que os outros pensam disso é problema deles. O que importa para mim é o que eu penso.
O Universo não cobra a nossa ignorância, cobra nossas atitudes e o que faço com o que eu sei.
Nossos pensamentos podem ser representados por um arco e nossas palavras sempre serão as flechas. Uma vez disparadas criamos com elas uma energia de força incomparável.

Agora conheço, e você também, a força da palavra PARABÉNS. Precisamos usá-la com a intensidade que ela merece.

Sei que nos veremos.
Beijo na alma

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=09197

sábado, 10 de outubro de 2009

Presente para o futuro: saiba como deixar seu filho milionário com R$ 100 ao mês

10/10 - 08:50 - Marina Morena Costa e Mariana Sant'Anna

Seja para garantir os estudos do filho, uma especialização fora do País, ou dar início à reserva para uma aposentadoria tranquila, pais e avós estão cada vez mais optando por presentear os pequenos com uma previdência privada. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), o mercado de planos para menores de 18 anos cresce em média 25% ao ano, e já representa 16,6% de todas as previdências privadas do Brasil.

Há um ano e meio, o engenheiro químico José Roberto Barbosa fez um plano de previdência privada para o neto Leonardo, de 4 anos. “O objetivo é que, ao longo do tempo, ele possa pagar a universidade com esse dinheiro”, afirma. O avô fez um depósito inicial para o plano e aportes ao longo do tempo, mas a ideia é que outros parentes também possam contribuir com a previdência de Leonardo. “Não tenho um valor mensal para contribuir. A intenção é que quem quiser dar um presente para ele também possa ajudar na previdência. Um tio, por exemplo, pode fazer um aporte”, explica Barbosa.

“Quanto mais cedo se inicia o processo de acumulação de reserva, maiores são as chances de acumular uma boa reserva, que garantirá a estabilidade para os filhos”, destaca Luiz Cláudio Friedheim, diretor de marketing da Mongeral Aegon. Simulações de previdências feitas pela seguradora apontam que é possível juntar até R$ 6 milhões para uma aposentadoria, investindo do primeiro ano de vida até os 65 anos. Planos mais curtos, do nascimento até os 18 anos, por exemplo, acumulam reserva suficiente para pagar uma faculdade privada ou abrir o próprio negócio (veja as simulações abaixo).

Friedheim optou por fazer planos de previdência para as duas filhas quando elas completaram 10 e 12 anos, respectivamente. “Coloquei na cabeça que iria começar a contribuir para que, quando elas fizessem 25 anos, pudessem optar por seguir com o plano, visando a aposentadoria, ou resgatassem o dinheiro. Antecipei em 15 anos o início do processo de acumulação delas”, ressalta.
De acordo com a Fenaprevi, o volume de captação (total aplicado pelos investidores) dos planos de previdência privada para menores dobrou nos últimos dois anos. Em 2006, o total era de R$ 1,1 bilhão, e em 2008, o volume saltou para R$ 2,9 bilhão. Na Mongeral Aegon, 12% das novas vendas realizadas em agosto deste ano foram de planos para menores de 18 anos.

“Antecipei em 15 anos o início do processo de acumulação das minhas filhas”


Riscos

Luis Martinez, diretor de previdência e investimentos da Icatu Hartford, destaca que é importante o investidor (pais ou avós) definir se prefere um plano mais conservador ou de maior risco – investimento em renda variável (ações). “Como o dinheiro certamente é para um longo prazo, é possível buscar investimentos mais agressivos, porque o tempo longo de maturação permite isso e o retorno certamente será maior. Mas se o pai tem muita aversão a risco pode optar por um plano com renda fixa”, avalia.

Para Martinez, pais que ficam preocupados ao ver a Bolsa cair 5% em um mês devem montar planos menos propensos a preocupações. Porém, destaca que a rentabilidade das ações no longo prazo tende a ser bastante vantajosa. “Quanto maior o prazo, quando mais jovem é o dono do plano, é mais aconselhável alocar uma parte do dinheiro em ações, para buscar uma rentabilidade maior.”

Pequeno investidor

Aos 4 anos e meio de idade, Rafael é um investidor da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) já com quatro anos “de experiência”. Desde os seis meses de idade, ele tem uma carteira de ações controlada pelo pai, Rogério Thomé, diretor da mesa operacional da corretora XP Investimentos. “Eu quero dar ao meu filho a possibilidade de ele trabalhar no que ele quiser e não ter de escolher uma carreira porque o salário é melhor”, explica.

Thomé destaca que não faz o investimento “para comprar carro”, mas para dar tranquilidade à vida profissional de Rafael. “Se ele se formar e quiser montar um consultório poderá contar com esse investimento”, explica. E se o filho escolher uma profissão que renda um salário satisfatório, ele pode guardar as ações para a aposentadoria, diz o pai.

“Se ele se formar e quiser montar um consultório poderá contar com esse investimento”

Ações

A escolha pelo mercado financeiro como investimento para o futuro do filho se baseou na rentabilidade, conta Thomé. “A tendência é que os juros continuem caindo no Brasil, e desta maneira o rendimento da caderneta de poupança e da renda fixa irá diminuir”, afirma. Com ações, segundo ele, a rentabilidade é superior.

A estratégia de investimentos de Thomé se baseia em comprar ações de empresas sólidas e com histórico de rentabilidade. Ele afirma que poucos clientes da corretora compram ações para seus filhos. “Eu sempre digo que quem comprou ações, por exemplo, das Lojas Americanas nos anos 90, hoje poderia ter R$ 1 milhão investidos, mas as pessoas têm dificuldade em pensar no longo prazo”, opina. “Muita gente se queixa de ter perdido a oportunidade de ter comprado ações há dez anos que tiveram grande valorização. Mas se eles não comprarem hoje, em dez anos voltarão a se lamentar por ter perdido outra oportunidade.”

Hoje, os planos de previdência privada podem contar com até 49% do capital investido em renda variável. Segundo cálculos de Friedheim, é possível conseguir um rendimento até quatro vezes maior investindo em uma previdência privada do que na poupança. “Depende do perfil de risco que cada um esteja disposto a correr. Deve se levar em conta que as necessidades vão se alterando ao longo da vida. Quando a pessoa é jovem busca fundos mais agressivos. Ao se aproximar do resgate, ela pode buscar meios conservadores”, destaca.

Presente

Martinez aconselha pais com mais de um filho a fazer planos separados, em vez de concentrarem o investimento. “Quando você cria um plano de previdência privada para seu filho, ele vem com um certificado no nome da criança. Como cada filho pode estar em um momento diferente da vida, o melhor é que cada um deles tenha um certificado em seu nome”, enfatiza.

Quem tem aversão ao risco de investir na Bolsa pode optar por planos de previdência com renda fixa O fato de o plano ser feito no nome da criança atraiu o engenheiro químico Barbosa. O avô afirma que escolheu a previdência privada como um presente futuro para Leonardo, porque o investimento é em nome do neto. “Desta forma, não existe a possibilidade de, em algum momento de tentação, sacar a poupança dele”, afirma. “Existe uma certa salvaguarda, e além disso no longo prazo o retorno é interessante.”

Além de garantir os estudos de Leonardo, o avô espera que a previdência privada também sirva como um instrumento de educação financeira, para que o neto aprenda a importância da poupança. “Queremos que ele aprenda que é preciso guardar um pouco de dinheiro para o futuro”, diz Barbosa.

Thomé acredita que investir logo cedo, como ele fez para Rafael, pode se tornar um círculo virtuoso financeiro para as famílias. “Você compra para a sua aposentadoria, daqui a alguns anos elas vão render e o investidor poderá comprar para os filhos e até para os netos. É possível mudar a partir de você a história da sua família”, acredita.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/10/10/presente+para+o+futuro+saiba+como+deixar+seu+filho+milionario+com+r+100+ao+mes++8785106.html